Se o plano perpassa o tempo
pra que fazer o plano?
Pensar o que será minimamente sim, mas,
esperar que seja como se pensou, complica
quando seguir, quando decidir, quando mudar?
"estar preparado é tudo"
o preparar-se é trabalho bastante pra uma vida inteira.
O dia em que a paixão for reconhecida, a fé existirá e ela não dependerá do reconhecimento do outro.A crença no que se faz traz o reconhecimento do outro.
O importante é continuar vivendo e extravazando de amor e alegria, em vez de gritos...
Poemas de Nina Dadi ou Dani Dani ou Dani Fortes ou DCF ou Daniela Corrêa Fortes
quinta-feira, janeiro 08, 2009
quarta-feira, janeiro 07, 2009
diversidade antropológica e cultural
domingo, outubro 26, 2008
Coreografia Saltos
Coreô do Renato Linhares que abriu a Operação Orquestra Improviso no Teatro Gláucio Gil
terça-feira, outubro 07, 2008
segunda-feira, setembro 29, 2008
garganta rouca no vazio
um vazio tão cheio de tudo
um vazio tão repleto de telefonemas, de amigos, de oportunidades, de comunicação
um vazio tão raivoso da adolescência insistente
um vazio querendo devorar tudo o que o mundo tem pra dar
um vazio cheio de bolinhos e pães, de sorvetes e peixes
um vazio enorme esta decisão de não falar nada
e a garganta rouca da festa do final de semana.
um vazio tão repleto de telefonemas, de amigos, de oportunidades, de comunicação
um vazio tão raivoso da adolescência insistente
um vazio querendo devorar tudo o que o mundo tem pra dar
um vazio cheio de bolinhos e pães, de sorvetes e peixes
um vazio enorme esta decisão de não falar nada
e a garganta rouca da festa do final de semana.
sábado, setembro 27, 2008
I'll be your mirror
I find it hard to believe you don’t know the beauty you are,but if you don’t, let me be your eyes, hand to your darkness, so you don’t be afraid…
Velvet Underground
Velvet Underground
sexta-feira, setembro 26, 2008
o corpo ainda é pouco
meu coração é perto
à flor da pele
meu coração bate perto
dá medo
é um troço que pulsa
eu durmo e fecho os olhos pra sonhar ( com você ).
à flor da pele
meu coração bate perto
dá medo
é um troço que pulsa
eu durmo e fecho os olhos pra sonhar ( com você ).
DInossauros
Quando olho pros guindastes, penso em dinossauros, mas, conecto-os à idéia de construção e transporte.Nunca tinha parado realmente pra pensar naquelas garras, naqueles dentes, como ferramentas pra engolir alguma coisa... tenho uma certa tristeza por pensar em dinossauros. Foram extintos. Nunca tinha pensado, por exemplo, que eles poderiam ser vegetarianos... um bicho tão grande comendo só folha...mas, foram extintos...répteis enormes... Passei em botafogo e vi um dinossauro depredando um sobrado em botafogo. A vingança depois de milhões de anos... destruir suas casas, colaborar com a criação de seus prédios, depredá-los...
tá uma merda este texto.
dinossauro=guindaste=extinção=casas em botafogo
pode ser também pra abrir espaço pra um jardim, com um brinquedos alucinante de criança, tipo uma super montanha russa de bolas coloridas que mudam a trajetória conforme o peso, sobre a grama.
tá uma merda este texto.
dinossauro=guindaste=extinção=casas em botafogo
pode ser também pra abrir espaço pra um jardim, com um brinquedos alucinante de criança, tipo uma super montanha russa de bolas coloridas que mudam a trajetória conforme o peso, sobre a grama.
quarta-feira, setembro 24, 2008
Back to blog
ok, I'm back to where I began. I'll keep on writing because it is good. I like reading. I love the words, so here I am again, writing. I hope someone anytime reads it...
well, that's it, a woman freaked out in front of my building this morning... it started with me listening to some screams... I have this open soul, this good ear, this eyes that see things... so I listened to her... she was screaming... and my husband said, turn on the music, ignore it, and I just can't ignore the human being... I looked at the window, I didn't find her... where was she? well, I look again, through the top f the trees - I live high - she was there laying, actually, leaning back at a police car, with a oxigened hair with dark roots, fat, she was fat, maybe sexy fat, but I don't know that part... a policeman was trying to contact someone on a mobile, she was saying something to him... she tries to stand and yellow skinnies biscuits fall like a pop waterfall from the white plastic bag that she carries... she's fat and sad, she's crasy, she's gone crasy... when a cat go up in a tree, we call the fireman, when a woman goes crasy like that, what should we do? People were watching... did she wanted to be seen like this? All she need is love, but I felt bad, I don't know, I don't love her... I could love her, if I talked to her, I don't know... I've seen a woman killing herself almost one month ago. I have this open soul, I see things, I hear things, I was an emergency nurse in another life, well I love that woman, that french woman, I do love her, only because she fell with ear rings, because she put water in her beautiful flowers before jumping... she just wanted that, she wanted that more than anything she gave a big impulse and jumped, and maybe she was happy, along that falling, for the first time in her life. oh Gosh... I love life, even feeling I could be one day that fat blond woman, or that fancy romantic one... I love life, I wish it had no end.
well, that's it, a woman freaked out in front of my building this morning... it started with me listening to some screams... I have this open soul, this good ear, this eyes that see things... so I listened to her... she was screaming... and my husband said, turn on the music, ignore it, and I just can't ignore the human being... I looked at the window, I didn't find her... where was she? well, I look again, through the top f the trees - I live high - she was there laying, actually, leaning back at a police car, with a oxigened hair with dark roots, fat, she was fat, maybe sexy fat, but I don't know that part... a policeman was trying to contact someone on a mobile, she was saying something to him... she tries to stand and yellow skinnies biscuits fall like a pop waterfall from the white plastic bag that she carries... she's fat and sad, she's crasy, she's gone crasy... when a cat go up in a tree, we call the fireman, when a woman goes crasy like that, what should we do? People were watching... did she wanted to be seen like this? All she need is love, but I felt bad, I don't know, I don't love her... I could love her, if I talked to her, I don't know... I've seen a woman killing herself almost one month ago. I have this open soul, I see things, I hear things, I was an emergency nurse in another life, well I love that woman, that french woman, I do love her, only because she fell with ear rings, because she put water in her beautiful flowers before jumping... she just wanted that, she wanted that more than anything she gave a big impulse and jumped, and maybe she was happy, along that falling, for the first time in her life. oh Gosh... I love life, even feeling I could be one day that fat blond woman, or that fancy romantic one... I love life, I wish it had no end.
terça-feira, julho 17, 2007
outro lado do oceano
Viajar é muita loucura mesmo. Viajar com a sensação de que se está na esquina da sua casa, quando na verdade você está num país do outro lado do oceano, mais louco ainda. A gente pega esta máquina mais maravilhosa que o homem já inventou, o avião, e em 5 horas, tem gente falando de outro jeito, agindo de outro jeito, dando tonalidades diversas das que você está acostumado e que vai se acostumando... pessoas que se beijam e amam como quaisquer pessoas,seres humanos - como diria a amiga do Rossine : " e lá vai mais um ser humano"...
A Europa é muito engraçada, porque as pessoas têm muita personalidade, impressionante. Cabelos com cores, bermudas e sapatos extravagantes... É um excesso enorme de gente, roupas, acessórios e objetos. Este mundo cria excessos e eles praticamente não se repetem.
Momentos idiossincráticos efêmeros.
Então, cá estou eu, rambla acima, rambla abaixo, vendo gente fazendo de um tudo pra ganhar dinheiro: tem palhaço sonoplasta com a maior platéia voluntária do mundo, velha parecendo a Elke Maravilha, tem aquelas estátuas pintadas e até um homem de cueca samba canção e chinelo fazendo movimentos peristálticos e esperando ganhar uma moedinha por isto... - as crianças ficam bastante impressionadas .
... minha sobrinha - que já não é uma criança, mas, ainda assim descobre mil coisas - viu também um velho andando pelado às 9 da manhã, com um piercing pendurado no pinto...
... lembrei que uma vez vi um homem jovem, que morava na rua, beijando na boca de um rato, em Paris... uma das cenas mais paradoxais que já vi na minha vida.
Vamos fazer a Gaivota - tema para um conto curto no teatro Liura
http://www.teatrelliure.com/
aqui em Barcelona,
dentro do Festival El Grec.
www.bcn.cat/barcelonafestival
Muito trabalho pela frente.
Amanhã tem show do Anthony and the Johnsons, mas, está lotadíssimo. Pena.
palavras com gostinho de tortillas de patata, gaspachos, tapas, bocadillos ...
Experiências gostosas que não se repetem.
A Europa é muito engraçada, porque as pessoas têm muita personalidade, impressionante. Cabelos com cores, bermudas e sapatos extravagantes... É um excesso enorme de gente, roupas, acessórios e objetos. Este mundo cria excessos e eles praticamente não se repetem.
Momentos idiossincráticos efêmeros.
Então, cá estou eu, rambla acima, rambla abaixo, vendo gente fazendo de um tudo pra ganhar dinheiro: tem palhaço sonoplasta com a maior platéia voluntária do mundo, velha parecendo a Elke Maravilha, tem aquelas estátuas pintadas e até um homem de cueca samba canção e chinelo fazendo movimentos peristálticos e esperando ganhar uma moedinha por isto... - as crianças ficam bastante impressionadas .
... minha sobrinha - que já não é uma criança, mas, ainda assim descobre mil coisas - viu também um velho andando pelado às 9 da manhã, com um piercing pendurado no pinto...
... lembrei que uma vez vi um homem jovem, que morava na rua, beijando na boca de um rato, em Paris... uma das cenas mais paradoxais que já vi na minha vida.
Vamos fazer a Gaivota - tema para um conto curto no teatro Liura
http://www.teatrelliure.com/
aqui em Barcelona,
dentro do Festival El Grec.
www.bcn.cat/barcelonafestival
Muito trabalho pela frente.
Amanhã tem show do Anthony and the Johnsons, mas, está lotadíssimo. Pena.
palavras com gostinho de tortillas de patata, gaspachos, tapas, bocadillos ...
Experiências gostosas que não se repetem.
segunda-feira, julho 09, 2007
Wild roseNome científico: Rosa canina
Nome português: Rosa selvagem
Nome inglês: Wild Rose
Físico: Útil para pessoas que têm doenças crónicas. Coadjuvante em depressões profundas.
Psíquico: Para pessoas que estão apáticas diante da vida, sem forças para lutar contra as adversidades, principalmente as doenças, entregando-se, desistindo. Não acham motivação em nada. Restaura a energia vital da alma, particularmente na conexão com o corpo físico e com o mundo físico, ajudando o indivíduo a retomar o interesse e a alegria pela vida.
vem do diario da lulu
Peguei este post do diário da Lulu que é meu blog preferido.
e também aproveitei pra aprender a postar vídeos aqui.
Enjoy:
Elle avait des bagues à chaque doigt,
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui, sitôt, m'enjôla.
Elle avait des yeux, des yeux d'opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l'ovale de son visage pâle
De femme fatale qui m'fut fatale {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus,
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus d'vue
On s'est retrouvés, on s'est réchauffés,
Puis on s'est séparés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie
Je l'ai revue un soir, hàie, hàie, hàie
Ça fait déjà un fameux bail {2x}.
Au son des banjos je l'ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m'avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage pâle
M'émurent plus que jamais.
Je me suis soûlé en l'écoutant.
L'alcool fait oublier le temps.
Je me suis réveillé en sentant
Des baisers sur mon front brûlant {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus.
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus de vue
On s'est retrouvés, on s'est séparés.
Dans le tourbillon de la vie.
On a continué à toumer
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
Puis on s'est réchauffés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie.
Je l'ai revue un soir ah là là
Elle est retombée dans mes bras.
Quand on s'est connus,
Quand on s'est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s'est retrouvés,
Quand on s'est réchauffés,
Pourquoi se séparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On à continué à tourner
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
e também aproveitei pra aprender a postar vídeos aqui.
Enjoy:
Elle avait des bagues à chaque doigt,
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui, sitôt, m'enjôla.
Elle avait des yeux, des yeux d'opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l'ovale de son visage pâle
De femme fatale qui m'fut fatale {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus,
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus d'vue
On s'est retrouvés, on s'est réchauffés,
Puis on s'est séparés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie
Je l'ai revue un soir, hàie, hàie, hàie
Ça fait déjà un fameux bail {2x}.
Au son des banjos je l'ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m'avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage pâle
M'émurent plus que jamais.
Je me suis soûlé en l'écoutant.
L'alcool fait oublier le temps.
Je me suis réveillé en sentant
Des baisers sur mon front brûlant {2x}.
On s'est connus, on s'est reconnus.
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus de vue
On s'est retrouvés, on s'est séparés.
Dans le tourbillon de la vie.
On a continué à toumer
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
Puis on s'est réchauffés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie.
Je l'ai revue un soir ah là là
Elle est retombée dans mes bras.
Quand on s'est connus,
Quand on s'est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s'est retrouvés,
Quand on s'est réchauffés,
Pourquoi se séparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On à continué à tourner
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
domingo, julho 08, 2007
data cabalística, mas, já era dia 8
Praia, família, super 8 passado pra vídeo, , calça branca e camisa rosa, dandaras, bola, churrasquinho, bicicleta, saída de teatro, pizza, chopp... domingão de inverno no Rio, delícia total...
"parece carnaval" disse um amigo meu
tem tendas, passarelas, estradas improvisadas de madeira pra caminhão andar na areia, show do Lenny Kravitz, Jorge Ben e como é o nome daquele outro que toca aquela música ótima?
quando eu cantarola esta música que estou me referindo, sempre sai um Michael Jackson.
Filme spagetti western pra ferchar o dia tb vai ser bom.
Mas, inclui a monogamia gostosa do casamento...
tem gente ( falo " tem gente " ) porque ainda não estou a fim de entrar em méridto de quem disse isto e quem fez aquilo... pelo menos ainda não ... en†ão falo " tem gente " que diz que vive relacionamento aberto... beijar na boca é muito bom e transar também , mas, eu ainda tô no tempo que sexo e amor caminham juntos e ainda rola a tal caretice do é contigo que eu quero ficar e eu só quero com você.
Vamos fechar nossas torneiras! - berrou a Guta ontem.
"parece carnaval" disse um amigo meu
tem tendas, passarelas, estradas improvisadas de madeira pra caminhão andar na areia, show do Lenny Kravitz, Jorge Ben e como é o nome daquele outro que toca aquela música ótima?
quando eu cantarola esta música que estou me referindo, sempre sai um Michael Jackson.
Filme spagetti western pra ferchar o dia tb vai ser bom.
Mas, inclui a monogamia gostosa do casamento...
tem gente ( falo " tem gente " ) porque ainda não estou a fim de entrar em méridto de quem disse isto e quem fez aquilo... pelo menos ainda não ... en†ão falo " tem gente " que diz que vive relacionamento aberto... beijar na boca é muito bom e transar também , mas, eu ainda tô no tempo que sexo e amor caminham juntos e ainda rola a tal caretice do é contigo que eu quero ficar e eu só quero com você.
Vamos fechar nossas torneiras! - berrou a Guta ontem.
quarta-feira, março 21, 2007
http://www2.blogger.com/img/gl.link.gifhttp://www2.blogger.com/img/gl.link.gif

Tá foda a vida, sinal vermelho. Novos tempos, muitos blogs, muitas informações, eu que era produtora de imagens, agora recebo , recebo e não sei o que fazer com as informações que recebo. É guerra no Brasil, tem gente morrendo demais, por causa de menos. Virou um jogo bobo a vida e é difícil não ter pânico. Ousadia não garante nada. Relaxar é quase impossível. Relaxar na sua casa. Relaxar no mato. Relaxar na praia. Assaltam e matam em casa, no mato, na praia. Nõa tem altos, não tem trégua. Não que eu esteja com síndrome, não, eu já tive pior e encontro um amigo que descreve uma síndrome, uma síndrome de pânico consciente...
... é foda/// um dia aprendi a não me guiar na vida através da culpa, mas, sim através do prazer. Agora é bom também tomar cuidado pra não ser guiada pelo medo, apesar de que não me lembro quem disse, enfrente seus medos, corra atrás deles.
tá tudo tão complicado, que às vezes é bom relaxar, em algo que pareça fácil, que pareça fácil e que , com fé, não pareça, nem seja, tão rápido.
Buscar o prazer! Com atenção, buscar o prazer! Com disciplina, buscar o prazer!
PS: vou começar a postar fotos ( tenho que adquirir uma câmera digital , ainda tenho uma de filme que eu amo )
PS2: se eu aprender a postar vídeos, tudo vai ficar mais divertido por aqui também.
Jean Baudrillard morreu escrevendo pouco. Ele que era pouco considerado entre os acadêmicos, mas que era filósofo, digo, sociólogo pop - eu, pelo menos , gostava de ler as coisas que ele escrevia há 10 anos atrás - ele morreu tirando mais fotos que escrevendo, porque o tal provérbio árabe - uma imagem vale mais que mil palavras tá com força total na era 2000.
mas, sinto falta e gosto das palavras, e assim chamei este blog. palavras, palavras, palavras - parafraseando príncipe Hamlet.
Sigamos em frente. Estou de volta, e vou tentar estar de volta diariamente, com mais firmeza, assiduidade, paixão e coragem pra divulgar estas coisas todas.
indico blogs:
http://lulu-diariodalulu.blogspot.com/
Ela gosta de ler e conta histórias muito bem.
e
http://tiagocdc.blogspot.com/
um querido rapaz, que gosta de dividir as informações que ele processa. E não são poucas.
tá vindo aí um blog de uma amiga cozinheira também, mas, ela ainda tá sem coragem.
sábado, janeiro 06, 2007
Escrever ou montar algo que outro escreveu? Esta coisa de dirigir é generosa pra caralho. Tentar ver o outro, entrar no mundo do outro e fazer ele se recriar.É assim como o amor.Nada melhor pra uma viciada em amar.Coisa que herdei da minha mãe católica.E a Bjork quando falou que parecia estranho, mas, a melhor forma de se ser generoso no mundo , é ser egoísta - Basta pensar " o que eu quero? " e correr atrás disto - Claro, isto vale pra quem gosta da vida - me deixou confusa em relação ao que se pensava em relação a tudo isto. E, esquecendo tudo isto, filantropia tem seu lado bom e ruim. Se fosse trabalho, seria melhor. Todo mundo quer ser útil de alguma forma. Trabalho dá coragem. Então, se eu faço alguma coisa pra você, você me dá alguma coisa em troca. Só explicando o que se passou com o início do que começou a ser escrito aqui. A mãe dominou. O link foi ela. Saudade do meu melhor amigo. Ele sempre captava o quadro associativo.
Escrever ou montar algo de outro escritor?
Se a escrita fosse mais objetiva, talvez eu conseguisse começar.
A vontade é de atuar, porque isto sim, é uma delícia.
Escrever ou montar algo de outro escritor?
Se a escrita fosse mais objetiva, talvez eu conseguisse começar.
A vontade é de atuar, porque isto sim, é uma delícia.
" não gosto de música ambiente" certa vez ouvi das vozes ancestrais de sua família, incluindo a dele mesmo.
Aí reclamou do meu gosto por jazz anos 20. Disse que eu precisava sair desta.
Aí colocou um Ramones como música ambiente.
Até dancei como nos anos 20 se dançava, quando se era genial.
Me senti genial.
E tá rolando uma pilha absurda.
É que o som de uma música, faz o som da outra música um silêncio.
E é isto que se procura quando se vive à beira do mar de Copacabana.
Todo fim de semana tem um evento.
E você se sente vizinho da prefeitura do Rio de Janeiro.
Da Mangueira.
Dos dormitórios do Pan.
Da Barra da Tijuca.
Da Tijuca, de botafogo e da África.
Cha la la la la.
Aí reclamou do meu gosto por jazz anos 20. Disse que eu precisava sair desta.
Aí colocou um Ramones como música ambiente.
Até dancei como nos anos 20 se dançava, quando se era genial.
Me senti genial.
E tá rolando uma pilha absurda.
É que o som de uma música, faz o som da outra música um silêncio.
E é isto que se procura quando se vive à beira do mar de Copacabana.
Todo fim de semana tem um evento.
E você se sente vizinho da prefeitura do Rio de Janeiro.
Da Mangueira.
Dos dormitórios do Pan.
Da Barra da Tijuca.
Da Tijuca, de botafogo e da África.
Cha la la la la.
sábado, agosto 26, 2006
vocação
tô encontrando minha vocação, isto tá me deixando muito feliz.
vocação pra bailar
pra roçar
pra rir
pra criar poesia concreta
poesia concreta no sentido dela existir
poesia viva
corpo falando, andando, sentando, comendo
gente junta
brincando de faz de conta
misturando com o é assim mesmo
com o que pode ser e com o que será
plano-sequência efêmero
teatro
teatro
teatro
we do love it
vocação pra bailar
pra roçar
pra rir
pra criar poesia concreta
poesia concreta no sentido dela existir
poesia viva
corpo falando, andando, sentando, comendo
gente junta
brincando de faz de conta
misturando com o é assim mesmo
com o que pode ser e com o que será
plano-sequência efêmero
teatro
teatro
teatro
we do love it
segunda-feira, junho 19, 2006
o que nos resta é o silêncio
Peça do Joelson no Sesc Copacabana. acabou hoje. Na verdade, crítica da crítica da Bárbara sobre a peça do Joelson: Bárbara passou dos limites desta vez, não através da costumeira escrotização, mas, desta vez por preguiça. A crítica da peça do Joelson, era, em sua metade a transcrição do texto que o diretor escreveu no programa da peça.
Bom, então falando sobre a peça. díficil saber se ele é um fascista ou se ele é um cara que está a fim de falar sobre o fascismo. Talvez eu esteja sendo um pouco exagerada e até ignorante como todas as pessoas que moram no prédio da Praia de Botafogo, onde mora um dos personagens mais maus da trama.
Tem trama? Tem alguma, mas, poderia ter mais.
Eu gostei da peça pela coragem do Joelson de chegar, juntar os atores, escrever, dirigir e colocar em cartaz, afinal de contas, isto não é nem um pouco fácil e ele fez.
Bom, aquela música do Vinólia, sabe qual é? Do Vinólia? Como é que é? do sabonete? É Vivaldi, caralho! Esta frase poderia ser dita pelo Joelson, acho... e aquele personagem tem a ver com ele, mas, é exacerbado... O meu medo é que ao falar destas coisas, você estimule as pessoas a pensarem deste jeito. Nem todo mundo tem a percepção de que o teatro possa ser uma crítica ao que está sendo colocado ali. Como qualquer novela da Globo aliás.
O Fabiano, que é ator e anão, faz a peça também e isto é um trunfo que Joelson guarda, para o momento que a peça tem uma barriga e aí , com o anão entrando, ele acorda quem estava dormindo. O fato é que o anão é guerreiro e cínico. O Fabiano é um ótimo ator, consciente da sua condição e capaz de rir de si mesmo ( ele faz isto nesta peça). O fato é que nós , como espectadores, por não conhecermos o Fabiano pessoalmente, cheios de preconceitos e culpas na cabeça, ficamos achando que o diretor colocou o Fabiano ali, dançando uma espécie de "é o tchan" e sendo sacaneado pelos outros personagens... alguma pessoas não aturam ver isto com bons olhos, ou com olhos cínicos, ou com olhos distanciados.
Um ator é um ator, ele brinca de faz de conta, e o Fabiano faz isto muito bem. Dá um show, dá porrada na cara da gente.
E, se precisar, quando acabar a peça, vender chiclete no sinal pra ganhar um dinheiro, ele vai também.
Conheço pessoalmente dois anões na minha vida. Adoro os dois. São pessoas com cabeças boas, que gostam de arte e lutam por isto. Uma é a Bebel, Isabel Portella, que é curadora de museus, museóloga, gente fina pra chuchu e o outro é o Fabiano.
Voltando à peça do Joelson, tá falando disto mesmo, de preconceito, de maldade, de hipocrisia, de ignorância, dentre outras coisas.
Eu, que sou cidadã brasileira e tento trabalhar estas coisas, sem perder o cinismo e a consciência crítica, fico confusa, admito. É preciso acostumar-se ao exercício teatral, para se ver algo assim, porque na realidade as coisas são ditas, mas, nem sempre vistas ou ouvidas... ou até nem sempre ditas... Minha mãe iria ficar meio chocada se visse, eu acho. Mas, acho também que o que o Joelson queria era isto mesmo.
Diz aí, Joelson!
Ao contrário de Bárbara, a única coisa que não gostei mesmo foi o cenário e o figurino. Entendi a questão " trabalhar com clichês" que Joelson propõe. Vermelho, preto e branco. Banheira. Cadeiras de roda. Maquiagem de palhaço.
anão, atração de circo. Mas, prefiro ver uma coisa e depois outra... o visual poderia não ser uma redundância do que o próprio texto está expondo.
não sei , não, mas, desconfio ( positivamente ) deste cara. Valeu o trabalho. Sinto falta de delicadeza, de sutilidades, de mais cinismo mesmo . Pra falar destas coisas, dá pra não ser agressivo... o negócio é como.
Bom, então falando sobre a peça. díficil saber se ele é um fascista ou se ele é um cara que está a fim de falar sobre o fascismo. Talvez eu esteja sendo um pouco exagerada e até ignorante como todas as pessoas que moram no prédio da Praia de Botafogo, onde mora um dos personagens mais maus da trama.
Tem trama? Tem alguma, mas, poderia ter mais.
Eu gostei da peça pela coragem do Joelson de chegar, juntar os atores, escrever, dirigir e colocar em cartaz, afinal de contas, isto não é nem um pouco fácil e ele fez.
Bom, aquela música do Vinólia, sabe qual é? Do Vinólia? Como é que é? do sabonete? É Vivaldi, caralho! Esta frase poderia ser dita pelo Joelson, acho... e aquele personagem tem a ver com ele, mas, é exacerbado... O meu medo é que ao falar destas coisas, você estimule as pessoas a pensarem deste jeito. Nem todo mundo tem a percepção de que o teatro possa ser uma crítica ao que está sendo colocado ali. Como qualquer novela da Globo aliás.
O Fabiano, que é ator e anão, faz a peça também e isto é um trunfo que Joelson guarda, para o momento que a peça tem uma barriga e aí , com o anão entrando, ele acorda quem estava dormindo. O fato é que o anão é guerreiro e cínico. O Fabiano é um ótimo ator, consciente da sua condição e capaz de rir de si mesmo ( ele faz isto nesta peça). O fato é que nós , como espectadores, por não conhecermos o Fabiano pessoalmente, cheios de preconceitos e culpas na cabeça, ficamos achando que o diretor colocou o Fabiano ali, dançando uma espécie de "é o tchan" e sendo sacaneado pelos outros personagens... alguma pessoas não aturam ver isto com bons olhos, ou com olhos cínicos, ou com olhos distanciados.
Um ator é um ator, ele brinca de faz de conta, e o Fabiano faz isto muito bem. Dá um show, dá porrada na cara da gente.
E, se precisar, quando acabar a peça, vender chiclete no sinal pra ganhar um dinheiro, ele vai também.
Conheço pessoalmente dois anões na minha vida. Adoro os dois. São pessoas com cabeças boas, que gostam de arte e lutam por isto. Uma é a Bebel, Isabel Portella, que é curadora de museus, museóloga, gente fina pra chuchu e o outro é o Fabiano.
Voltando à peça do Joelson, tá falando disto mesmo, de preconceito, de maldade, de hipocrisia, de ignorância, dentre outras coisas.
Eu, que sou cidadã brasileira e tento trabalhar estas coisas, sem perder o cinismo e a consciência crítica, fico confusa, admito. É preciso acostumar-se ao exercício teatral, para se ver algo assim, porque na realidade as coisas são ditas, mas, nem sempre vistas ou ouvidas... ou até nem sempre ditas... Minha mãe iria ficar meio chocada se visse, eu acho. Mas, acho também que o que o Joelson queria era isto mesmo.
Diz aí, Joelson!
Ao contrário de Bárbara, a única coisa que não gostei mesmo foi o cenário e o figurino. Entendi a questão " trabalhar com clichês" que Joelson propõe. Vermelho, preto e branco. Banheira. Cadeiras de roda. Maquiagem de palhaço.
anão, atração de circo. Mas, prefiro ver uma coisa e depois outra... o visual poderia não ser uma redundância do que o próprio texto está expondo.
não sei , não, mas, desconfio ( positivamente ) deste cara. Valeu o trabalho. Sinto falta de delicadeza, de sutilidades, de mais cinismo mesmo . Pra falar destas coisas, dá pra não ser agressivo... o negócio é como.
copa
O sol batendo nas bandeiras verde e amarelas que estão penduradas nos fios suspensos das ruas, as famílias se unem... hoje foi concentração total e valeu a pena. Brasil fez 2 a 0 contra a Austrália, deixando aqueles homens grandes que saltam como cangurus sem conseguir marcar nenhum golzinho. Bom, que bom. Quinta tem mais e vai ser brincadeira e depois tem mais também. Não sei porque, mas, eu gosto muito desta farra.
quinta-feira, maio 18, 2006
políticus chatus
Hoje , fiquei pensando uma coisa, ao ver um espetáculo, que me disseram que era peça e era dança , na verdade e , na verdade mesmo não era nada além da pretensão de ser alguma coisa muito inteligente e descontextualizada, porque um espanhol chegou em terras brasileiras cariocas, assim como fez em outros lugares pelo mundo, e resolveu fazer um espetáculo político sobre as impressões dele. Um homus politicus, um corpo que ele até conseguiu que fosse político, porque o corpo de Denise Stutz e André Masseno são pra lá de profissionais e sabem o que fazem, então , lá no meio , têm movimentações incríveis destes dois intérpretes, que tem dezenas de anos de carreira pelas costas e muito know how sobre o que fazem, mas, Gui, que é filho de Denise , já é mais cru, e apesar de ter um corpo disposto, me parece mais querendo parecer, do que sendo exatamente... mas, é bonito pensar que do corpo dela , veio o dele e tal e coisa... porque afinal de contas eles ficam pelados a maior parte do tempo. Desculpem leitores, mesmo os poucos, estou me sentindo barbarizando hoje, mas, achei tão chato o espetáculo, fiquei tão entediada... e aí pensava no Caetano falando " vocês não tão entendendo nada! ", porque eu pensava, "Vai ver que não estou entendendo nada " e aí eu tentava entender e aí continuava chato e... tudo bem, político... e eu tenho preconceito com política, assim como todo brasileiro, eu tenho preconceito por razões particulares, além das razões óbvias de traumas de cidadania que todo brasileiro tem... falando em política, eu procuro pensar nos políticos honestos, focar neles e gosto de cagar pros filhas da puta, o que nem sempre é o que se tende a fazer... fiquei pensando que esta é a melhor forma de se pensar nos políticos hoje em dia... em vez de dar ênfase aos que não sabem fazer direito, dar ênfase aos que , pelo menos, tentam... mas, anyway, vamos ao que sentei aqui pra escrever:
dança conceitual, se é pra ser feita, não deveria ser na caixa preta, porque é muito ruim ficar olhando , sem ter, não digo a liberdade, porque esta a gente tem em qualquer espetáculo, mas, a cara de pau de comer, beber alguma coisa, ou simplesmente sair, ou simplesmente... Ah! quem vem com este papo de " Tudo é perimitido" se esquece que o ser humano já sabe as regras do jogo, e joga ele conforme quer... pra que explicitar o que pode e o que não pode? Não ajuda em nada...
Bom, conceito pra mim... lição de moral pra mim.... tem que ser de um jeito descontraído , no mínimo, porque senão vira arrogância e tédio... eu odiei o que vi esta noite... não pelos intérpretes, que são maravilhosos... principalmente Dê e André - acho que foi a primeira vez que vi Gui em cena e acho que ele foi mal dirigido - , mas, pelo diretor que não estou aqui com o nome agora, mas, se encontrar... escrevo.
Perdão, minha gente, sou cada vez mais a favor de arte entretenimento, que por mais que queira ser política, que seja com humor, que saiba divertir o espectador, e não só encher o saco. Abaixo o aluguel no teatro! Pelo menos permita que o sujeito chegue a hora que bem entender e saia a hora que bem entender, que o sujeito coma, beba, comente com o amigo... Se quer fazer, faça looping, vire performance e pare de pensar que está fazendo algo novo.
Eu, talvez, não entendido nada, vejam bem. Eu, e meia torcida do flamengo.
E perdão, Denise... eu chorei e gostei de " Dois filhos de Francisco ", se é que você me entende...
dança conceitual, se é pra ser feita, não deveria ser na caixa preta, porque é muito ruim ficar olhando , sem ter, não digo a liberdade, porque esta a gente tem em qualquer espetáculo, mas, a cara de pau de comer, beber alguma coisa, ou simplesmente sair, ou simplesmente... Ah! quem vem com este papo de " Tudo é perimitido" se esquece que o ser humano já sabe as regras do jogo, e joga ele conforme quer... pra que explicitar o que pode e o que não pode? Não ajuda em nada...
Bom, conceito pra mim... lição de moral pra mim.... tem que ser de um jeito descontraído , no mínimo, porque senão vira arrogância e tédio... eu odiei o que vi esta noite... não pelos intérpretes, que são maravilhosos... principalmente Dê e André - acho que foi a primeira vez que vi Gui em cena e acho que ele foi mal dirigido - , mas, pelo diretor que não estou aqui com o nome agora, mas, se encontrar... escrevo.
Perdão, minha gente, sou cada vez mais a favor de arte entretenimento, que por mais que queira ser política, que seja com humor, que saiba divertir o espectador, e não só encher o saco. Abaixo o aluguel no teatro! Pelo menos permita que o sujeito chegue a hora que bem entender e saia a hora que bem entender, que o sujeito coma, beba, comente com o amigo... Se quer fazer, faça looping, vire performance e pare de pensar que está fazendo algo novo.
Eu, talvez, não entendido nada, vejam bem. Eu, e meia torcida do flamengo.
E perdão, Denise... eu chorei e gostei de " Dois filhos de Francisco ", se é que você me entende...
sábado, maio 06, 2006
entre o concreto e o concreto
Tem amor que se vive
Tem amor que se diz
Tem viver que se imagina
Tem amor que se vive
Tem amor que se diz
Tem viver que se imagina
Tem amor que se vive
segunda-feira, abril 17, 2006
E até neve ele viu
A flor constante de um amor que desabrocha
No olhar da calma, na convivência da alma
Os pássaros tentam voar na direção que querem
Mas, o o vento forte os carrega na direção que vem de outras terras
Uma curva acentuada na plainação diária
Massa cinzenta pensa em conjunto
Mar, terra, céu, estrada
Não tem palheta a tempestade
É misteriosamente cega e fosca
Prateada
Nunca se sabe o tamanho da onda que vem
A gente virou bicho assim
Com medo de gente
Com medo do mar
Com medo de neve nos trópicos
Com medo do mundo acabar.
Se tudo acaba, pra que ter medo do fim?
No olhar da calma, na convivência da alma
Os pássaros tentam voar na direção que querem
Mas, o o vento forte os carrega na direção que vem de outras terras
Uma curva acentuada na plainação diária
Massa cinzenta pensa em conjunto
Mar, terra, céu, estrada
Não tem palheta a tempestade
É misteriosamente cega e fosca
Prateada
Nunca se sabe o tamanho da onda que vem
A gente virou bicho assim
Com medo de gente
Com medo do mar
Com medo de neve nos trópicos
Com medo do mundo acabar.
Se tudo acaba, pra que ter medo do fim?
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